Passando do limite...
Falta apenas uma noite pra eu ir embora. Estes ultimos dias estao sendo insuportaveis e a vontade de voltar pra casa eh muito grande.
Eu continuo me perguntando... Por que? Por que tantas coisas precisam acontecer ao mesmo tempo, pra me deixar desnorteada, pra acabar com o meu coração, minha mente? Estou sufocada, sem ter o que dizer, nem o que fazer direito. Mas eu vou fazer, não vou desistir. Cheguei até aqui, estou sendo forte durante todos esses dias e Deus vai continuar me dando essa força até o fim.
Tenho trabalhado bastante, ocupando assim todo meu tempo. Nas horas de descanso, tento dormir ao máximo, mas nem sempre consigo. Acordo várias vezes, tenho zilhões de sonhos ruins...
No meio de tanta turbulência, recebi um email pequenino, mas que me deixou feliz e tornou-se grande de tanto que eu li. Varias vezes! Quero ir EMBORA!! Quero chegar em casa e fazer tudo que puder, quero resolver muitas coisas, quero poder tomar decisões, quero aproveitar as férias das faculdades e mudar tudo que puder.
E nestes dias que tenho ficado pela sala do TC, eu e o Marcos, operador da Solar (empresa que mantém os outros turbocompressores pra Petrobrás), além de ficar tirando fotos com a camera digital, que depois eu coloco aqui, já cansamos de ouvir todas as músicas possíveis de um vasto repertório de Mp3 do computador. A que mais ficou na cabeça foi Rosa, do Pixinguinha. Achei engraçado ele dizendo que o cara que escreveu a música deveria conseguir qualquer mulher que quisesse, afinal a letra é impressionante!
E isso. Que venha o helicoptero pra me levar embora!
Ate a volta!
Rosa
Pixinguinha
Tu és, Divina e Graciosa
Estátua Majestosa do Amor
Por Deus esculturada
E formada com ardor
Da alma da mais Linda Flor
De mais ativo olor
Que na vida é preferida pelo Beija-flor
Se Deus me fora tão clemente
Aqui nesse ambiente, de Luz
Formada numa tela deslumbrante e bela
Teu coração, junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado sobre a rósea cruz
Do arfante peito teu
Tu és a forma ideal
Estátua magistral
oh alma perenal
Do meu primeiro amor, sublime amor
Tu és de Deus a soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração sepultas um amor
O Riso a Fé a Dor
Em sândalos olentes, cheios de sabor
Em vozes tão dolentes, como um sonho em flor
És láctea estrela
És Mãe da realeza
És tudo enfim que tem de belo
Em todo esplendor da santa natureza
Perdão, se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh flor, meu peito não resiste
Oh meu Deus quanto é triste
A incerteza de um Amor
Que me faz penar em esperar
Em conduzir-te um dia
Ao pé do altar
Jurar aos pés do onipotente
Em preces comoventes de dor
E receber a unção de tua gratidão
Depois remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te até meu padecer
De todo fenecer...
Louise
Por Enquanto...
Meu blog!
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